Em 31 de dezembro de 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) foi alertada sobre vários casos de pneumonia na cidade de Wuhan, província de Hubei, na República Popular da China. Tratava-se de uma nova cepa (tipo) de coronavírus que não havia sido identificada antes em seres humanos.
Chegamos em maio de 2021 e as notícias ainda não são as melhores. Apesar de o Brasil estar dando sequência ao processo de vacinação, iniciado em 17 de janeiro de 2021, a quantidade de doses fornecidas aos municípios ainda não é suficiente para um processo de imunização em massa. Pouco mais de 10% da população total brasileira foi vacinada até agora.
Estamos em 2021, mas parece que voltamos a março de 2020, quando tudo começou. O número de novos casos vem subindo vertiginosamente a cada dia, novas variantes do vírus continuam aparecendo sem fazer cerimônia, e uma parcela da população, ao contrário do início de 2020, parece ter normalizado a situação pela qual estamos passando.
Muitos ainda não estão se cuidando como deveriam, colocando em risco a própria vida e a vida de outras pessoas.
A maioria das pessoas (cerca de 80%) se recupera da doença sem precisar de tratamento hospitalar. Uma em cada seis pessoas infectadas por COVID-19 fica gravemente doente e desenvolve dificuldade de respirar.
As pessoas idosas e as que têm outras condições de saúde como pressão alta, problemas cardíacos e do pulmão, diabetes ou câncer, têm maior risco de ficarem gravemente doentes. No entanto, qualquer pessoa pode pegar a COVID-19 e ficar gravemente doente, pois com as novas variantes, a evolução da doença no organismo pode ser imprevisível.
Se no começo do ano passado, 300 mortes por dia na Itália era uma notícia muito assustadora para o mundo todo, hoje, o Brasil vive em um cenário de mais de 4000 mortes por dia, e com a quarentena muito menos restrita.
Ainda precisamos usar máscara, álcool em gel e evitar aglomerações, pois o distanciamento social, ainda é a forma mais eficaz de se proteger contra a covid-19.
Muitas pessoas já perderam amigos, parentes e entes queridos para essa doença avassaladora que já atingiu mais de 138 milhões de pessoas no mundo ? dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), atualizados em 16/04/2021, data em que este artigo foi escrito.
Neste mesmo período, já morreram mais de 2 milhões de pessoas em todo o mundo, e o continente americano é onde se concentra o maior número de casos confirmados, somando um total de mais de 59 milhões de pessoas. Provavelmente, até a data de postagem deste, esse cenário já terá sido atualizado com outros números. E esperamos que não sejam tantos a mais assim.
Viemos do futuro para dizer que, em 2021 a situação não será fácil. Fiquem em casa, priorizem o distanciamento social, usem máscara e álcool em gel. Se protejam, e a quem vocês amam!