
Ancorada pela Lei nº 13.504, de 7 de novembro de 2017, a Campanha Nacional de Prevenção ao HIV/Aids e outras infecções sexualmente transmissíveis foi intitulada de Dezembro Vermelho.
Segundo o ministério da saúde, o Brasil tem registrado, anualmente, uma média de 39 mil novos casos de Aids nos últimos cinco anos. Nesse período, o registro de casos em homens foi de 664.721 (65,7%) casos e 346.791 (34,3%) casos em mulheres para Aids.
As principais ISTs listadas pelo Ministério da Saúde são o HIV, herpes genital, cancro mole (cancroide), papiloma vírus humano (HPV), doença inflamatória pélvica (DIP), donovanose, gonorreia e infecção por clamídia, linfogranuloma venéreo (LGV), sífilis, infecção pelo HTLV e tricomoníase.
O intuito da campanha Dezembro Vermelho é lembrar as pessoas sobre a importância da conscientização e do combate à AIDS. Sabemos que os portadores do vírus HIV sofrem preconceito envolvendo o contágio e formas de transmissão, muitas vezes, por falta de conhecimento da população e isso é preocupante porque as pessoas criam uma certa resistência ao tema e não tem acesso a informações verdadeiras.
A AIDS, até o momento, é uma doença que não tem cura, portanto, é necessária uma proteção eficiente contra ela. Com um número tão alarmante de novos casos e pior ainda, dos casos desconhecidos, se levarmos em consideração que para o tratamento ser mais eficiente e não afetar a qualidade de vida do paciente é necessário fazer acompanhamento médico com medicamentos específicos, entenderemos a necessidade da campanha Dezembro Vermelho.
É essencial informar para a população que não se contrai AIDS com um simples aperto de mão ou abraço e que uma pessoa com o vírus pode se relacionar e trabalhar normalmente afinal, a AIDS não é uma sentença de morte, porém sua transmissão é preocupante por se tratar de uma doença sem cura e que afeta diretamente na qualidade de vida do indivíduo para sempre.
Prevenção do HIV
O vírus HIV é transmitido a partir de mucosas e sangue infectado. Na prática, isso significa:
-Relações sexuais desprotegidas;
-Compartilhamento de agulhas e seringas contaminadas;
-Transfusão de sangue contaminado;
-Transmissão vertical (da mãe infectada para o bebê).
A conscientização sobre a transmissão do HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis é mais que importante, devemos fazer nossa parte e nos prevenir e compartilhar o máximo possível informações reais contra a Aids e outras doenças. Lutar pela qualidade de vida é um compromisso de todos, faça sua parte!
Fonte: Biblioteca Virtual em Saúde